sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Um pouquinho do nosso FUNDADOR...

Júlio Emílio Alberto De Lombaerde (nome de batismo do Pe. Júlio Maria), nasceu em 07 de janeiro de 1878, na Bélgica. Desde muito jovem, Júlio Emílio, procurou um sentido para sua vida, respondendo a sua vocação, tornando-se missionário, religioso, sacerdote, escritor... Foi enviado, em missão, para o Brasil no ano 1912, durante seus 32 anos como missionário em terras brasileiras, aqui ele fundou três Congregações: As Filhas do Coração Imaculado de Maria (1916), os Missionários Sacramentinos de Nossa Senhora (1928) e Irmãs Sacramentinas de Nossa Senhora (1929). 
Padre Júlio Maria De Lombaerde, proclamou a Eucaristia, difundiu o culto da virgem Santa, defendeu a Santa Igreja; com “Amor e Sacríficio” deu a vida pela salvação das almas.  Deixemos que Dom Antônio Affonso de Miranda, SDN (uma das pessoas ainda vivas que conviveram com o Pe. Júlio Maria), nos fale um pouco sobre este ousado missionário:
Como transcorreram os primeiros anos do Padre Júlio Maria no lar e na escola?
Pouco sabemos a esse respeito. E não é para estranhar, porque, de modo geral, pouco se sabe da infância de todos os grandes homens. Um destino providencial parece esconder-lhes em véus de sombra a quadra mais sorridente da existência.
Jesus mesmo, suja infância deve ter sido o que de mais belo e grandioso imaginar se possa, não descobriu aos olhos mortais senão um fato de sua meninice: aquele, aliás, em que parece ter deixado de ser criança para tornar-se homem e Mestre entre os mestres dos outros homens.
Certa feita, o dia era chuvoso, os caminhos escorregadios. Bem perto do colégio cai o pequeno numa poça de lama, exovalhando o belo pimpão branco. Chega à escola chorando. A Irmã Rosa toma-o tal qual está vestido e leva-o para a ducha d’àgua.
Naquele dia, Júlio Emílio não foi à aula. Enquanto, com esmero de mãe, Irmã Rosa enxugava e engomava a sua roupeta, ficou assentadinho, envolto num camisolão felpudo, recostado no espaldar de uma cadeira, na sala de visitas.
Colocou-lhe diante a Irmã muitas revistas missionárias naquelas horas de prisão voluntária. Aquele dia de escola transmudou-se na mais suave das recreações.
Quando, quase ao fim da vida, ele narrava esse episódio simples, sentiam os ouvintes o peso de uma recordação e o profundo de uma saudade.
|Material preparado pela Pastoral da Juventude
 para os encontros na Paróquia N. Sra.
da Conceição de Pajuçara, para a PJ, Pastoral do

Crisma e Coroinhas: Fonte: Dom Afonso de Miranda|

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